Outro ponto considerado essencial é manter a caderneta de vacinação em dia, protegendo as crianças contra doenças como sarampo, poliomielite e meningite e contribuindo para a segurança de toda a comunidade escolar. Além da saúde física, o retorno às aulas também pode provocar ansiedade ou insegurança em algumas crianças. Por isso, é importante que as famílias conversem com as crianças sobre esse momento, observem mudanças de comportamento e ofereçam apoio sempre que necessário. A prática de atividades físicas e a realização de consultas médicas periódicas também ajudam no desenvolvimento e no desempenho escolar.
A atenção deve se estender ao trajeto entre casa e escola, com orientações sobre regras de trânsito e, se necessário, a escolha de transportes escolares regularizados. Também é recomendado evitar distrações, como o uso de celulares durante o percurso. Dentro das escolas, a restrição ao uso desses aparelhos durante aulas, intervalos e atividades escolares busca favorecer a concentração e estimular a convivência entre os estudantes. Especialistas destacam que pequenas atitudes, aliadas ao acompanhamento constante da saúde física e emocional das crianças, contribuem para uma adaptação mais segura e saudável à rotina escolar.

